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Filipe Dias

Veremos o que isto pode dar...


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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Movimento Natalício

De há uns dois ou três anos para cá tenho notado que a quadra natalícia tende a ficar mais fraca, menos intensa, menos significativa. As pessoas já não decoram o pinheiro nem a casa como antes, muitos já não fazem o presépio, já não vivem tanto o sentimento natalício, a reunião da família, a correria aos presentes de última hora, entre outras coisas.

Creio que começo a perceber a razão disso. Neste momento estou a trabalhar num local onde já se começam a vender inúmeros artigos de Natal, várias promoções relacionadas com a quadra, atractivos para a data. E eu pergunto-me, porque começar com isto três meses antes? O Natal não é só dia 25 de Dezembro? Qual é o interesse de começar a comprar os Pais Natal de chocolate, os bombons, os bolos de Natal? Será que são comprados agora e ficam guardados até Dezembro? Ou será que são apenas mais um doce, mais uns chocolates para ir comendo?
Creio que é por isto que as pessoas já não vivem intensamente o Natal. Quando chega a altura já estamos todos fartos de ver tantos doces e chocolates Natalícios nas prateleiras das superfícies, ou artigos em promoção, ou ofertas. Já consideramos isso banal, vulgar, e quase que nem nos apercebemos que o Natal é só em Dezembro.

Lembro-me de quando era novo, começava em fins de Novembro a aparecer as publicidades de novos brinquedos, muito atractivos. Começava a ver as pessoas em busca do seu pinheirinho, ou a começar a comprar uns enfeites. Percebia-se que estava a chegar o Natal, e começava a ansiar por essa altura. Fazia a minha lista, pedia indirectamente as coisas que desejava, com esperança que a minha mãe percebesse a dica e no dia 25 me fizesse uma surpresa. E mesmo há algum tempo começava em Dezembro a pensar no que oferecia a esta ou aquela pessoa, começava a pensar em decorar a árvore (infelizmente já me senti obrigado a comprar uma de plástico e a perder o aroma do pinheiro), comprar uns enfeites novos, entre outras coisas.

Hoje em dia é isso que acontece? Não, quando chega a altura já estou tão saturado de ver o consumismo, as publicidades, o marketing, a antecipação, que nem tenho aquele gostinho de comprar os presentes, os doces, os chocolatinhos a poucos dias do Natal.

É para isto que caminhamos? A perda da tradição? A perda do significado? Qualquer dia estamos em Agosto e começam as promoções de Natal.

Vivemos num mundo de consumismo, materialismo, indiferença pelas tradições e pelo que é nosso.

Estas situações deixam-me triste...

Publicada por Unknown à(s) 15:50

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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Injustiça, mágoa...

O motivo que me leva a escrever este post não é dos melhores. Remete-se ao facto de ter tido um acidente de moto.
Foi esta manhã que tive um acidente com a minha moto, recentemente comprada. Como normal ia de manhã para o trabalho, ainda cedo, por volta das 06h40, ainda de noite, quando por culpa de um inegrume me despisto contra uma carrinha. Eu parei num semáforo atrás de um automóvel e quando o sinal fica verde arrancamos. Esse automóvel à frente vira para a esquerda e eu continuo em frente. Pois bem, foi quando saí de trás do automóvel e segui em frente que vi uma carrinha em sentido contrario que não tinha parado para ceder paragem e colocou-se já na minha faixa de rodagem. Não consegui fazer nada, apesar de devagar não consegui travar nem desviar, nada. Apenas fechei os olhos e preparei-me para o embate. Quando dou por mim estou no chão e apercebo-me do que se passou, e pensei "Porquê a mim? Porquê à minha moto? Comprei-a há pouco mais de um mês!!! Deve estar toda partida". Dei um murro no chão e levantei-me. A primeira coisa que fiz foi dirigir para a moto e levantá-la, ver como estava. Sentimento de tristeza, mágoa... a minha moto nova tinha a frente partida, carenagens laterais partidas e riscadas, piscas partidos, volante quebrado e torcido, manetes dobradas e riscadas, escape riscado e movido da posição normal. Sensação de "tranquilidade", não tinha sido eu o culpado e o seguro iria pagar o arranjo da minha Ninja, iria ficar como nova. Apercebo-me então que estou com dores, tenho ardor no joelho e antebraço e dor na borda superior do ilíaco. Chamei a PSP, e esperei. Não conseguia deixar de pensar no que tinha acontecido, e que não era justo. Chegam os agentes da PSP que me pedem documentos e breve discrição, fazem medições e outros procedimentos. Entretanto chegou a ambulância e fui assistido, eram apenas escoriações. Fui para o hospital fazer raios-X, e não tinha nada partido. Recebi alta e telefonei para me virem buscar a moto.

Ainda não percebo porque tinha de me acontecer isto. Tinha o desejo e ansiava por uma moto há sensivelmente 10anos. A minha mãe nunca o permitiu apesar de ma poder comprar se quisesse. Sempre teve medo que me pudesse acontecer algo de mal. Agora que pude comprar uma moto, após praticamente um mês tenho um acidente. Pensei na minha mãe, nos receios dela. Pensei na minha companheira partida!!! Pensei em tanta coisa!!!

Tudo isto por causa da falta de respeito e civismo que muita gente tem. Tudo porque um inegrume não cumpriu as regras de transito, não deu cedência de passagem e meteu-se na minha faixa de rodagem.

Hoje em dia, e particulando o andar de moto vejo que nem é conosco que temos de ter o máximo cuidado, mas sim com os outros. Temos de ter a atenção redobrada. Eu conduzo com prudência, por mim isto não tinha acontecido, mas eu não posso adivinhar em relação aos outros

No Hospital apareceu um agente para me fazer o teste de alcoolémia e entregar um papel para eu relatar o sucedido.
À tarde fui entregar esse papel preenchido. Mas as coisas más não pararam por aqui, quando vou para estacionar o carro para ir entregar o papel uma senhora recua com o carro e bate na frente do meu. Nem sei o que me passou pela cabeça, mas coisa boa não foi. Felizmente foi só um toque e não fez nada.

Agora é esperar pelo auto da polícia e seguradoras.

Resumidamente, acho que foi um dia para esquecer e eu nem devia ter saído de casa.

Publicada por Unknown à(s) 23:34

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