skip to main | skip to sidebar

Filipe Dias

Veremos o que isto pode dar...


Arquivo do blogue

  • ▼  2018 (1)
    • ▼  outubro (1)
      • Carma, ou karma...
  • ►  2016 (1)
    • ►  julho (1)
  • ►  2014 (2)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  março (1)
  • ►  2011 (4)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (2)
    • ►  agosto (1)
  • ►  2010 (1)
    • ►  julho (1)
  • ►  2009 (5)
    • ►  dezembro (3)
    • ►  novembro (1)
    • ►  julho (1)
  • ►  2008 (11)
    • ►  outubro (2)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (1)
    • ►  maio (1)
    • ►  março (1)
    • ►  fevereiro (1)
    • ►  janeiro (4)
  • ►  2007 (5)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  setembro (4)

Acerca de mim

Ver o meu perfil completo

Obrigado pela visita...

sábado, 13 de outubro de 2018

Carma, ou karma...

Carma,ou karma. Afinal o que é?
Muitas doutrinas e religiões o descrevem, com conceitos diferentes, sejam pelo budismo, hedionismo, etc.
Mas no fundo , e falando no comum entre todas, o carma não é mais do que a lei da acção reação, do retorno,  do "faz o bem e o bem receberás, faz o mal e o mal receberás", "receberás dos outros o que deres de ti".
Não é algo físico, nem palpável. É algo que simplesmente acontece, nem sempre no imediato, nem sempre visível, simplesmente acontece.
Pratica o bem, verás o bem.
Aquela moeda que deste a um mendigo, não viste o que aconteceu, mas pode ter sido essa moeda que em conjunto com outras perfizeram a quantia necessária para uma refeição, até mesmo nesse mesmo sítio da refeição precisarem de um funcionário e quem sabe, um posto de trabalho foi preenchido, e a vida do mendigo começou a endireitar-se. Quem sabe, essa moeda fez com que numa qualquer vez que fores ao tal sítio verás o "mendigo" a trabalhar. Ou poderás nunca saber...
Aquele colega que ajudas no trabalho, e como meio de agradecimento terás também a ajuda que precisas.
Aquela animal abandonado que retiraste da rua e ofereceste um lar, a recompensa será imediata, um amor incondicional do "animal a seu dono".
Pratica o mal, receberás o mal.
Geralmente em forma de "castigo", mas castigo de quê?
Se provocares um animal, facilmente terás uma má reação, uma mordida, um ataque.
Se prejudicares alguém, com certeza serás prejudicado em qualquer outra altura futura, e não saberás a razão.
Trata mal o próximo, e terás outros a tratarem-te mal.
Mesmo a nível de atitudes, o carma está lá. Acorda e sorri, parecerá que tudo à volta te sorrirá durante o dia.
Se andares com pensamentos e atitudes negativas, o dia a dia parecerá que não te corre bem.
Poderão chamar-lhe acaso, coincidência, mas...também lhe poderão chamar-lhe carma.
Quantas vezes não ouviste alguém dizer "foi o carma", ou " o carma é lixado".
Sim, porque ele pode tardar, mas aparece, acontece.
Nem sempre o vemos. Pode manifestar-se imediatamente como o amor do animal que acolheste, bem como só o sentir muito tempo depois, como veres o tal mendigo a trabalhar e até com uma vida normal.
E quanto a mim, porque escrevo o que escrevo? Porque já o senti, já o presenciei.
Quando tenho boas atitudes com alguém geralmente vejo o retorno, sem o esperar. Quando ajudo alguma pessoa, algum animal, recebo o bem. Mas também tenho más fases, em que parece que tudo corre mal, principalmente porque deixo a "nuvem" andar sobre a minha cabeça.
Chamo-lhe carma.
Mas, e o carma indirecto? Sim, também acontece.
Quantas pessoas ficam "bem" depois de fazer o mal? Quantas pessoas são priveligiados pelo insucesso do próximo?
Exemplo prático, trabalhas e trabalhas e não sobes de cargo porque alguém dentro da empresa está em posição de simplesmente não te deixar subir porque não quer. O carma aparecerá, cedo ou tarde, para essa pessoa.
Relações humanas, alguém que te faz sofrer e fica "melhor" que tu. Quem sabe, noutra altura qualquer será essa pessoa a ficar mal pela mesma razão, por fazerem com ela o mesmo que fez contigo. Carma, dizem.
Relações amorosas... sofres por alguém, a relação não dá certo, ficas mal, ficas do pior, não apetece continuar. A outra pessoa fica bem, não estava tão "in" na relação. Essa pessoa entra noutra relação, e acaba por sofrer por alguém que igualmente não estava tão "in" na relação. Carma? Provavelmente...
Que se retira deste contexto?
O carma existe, acontece, e cedo ou tarde aparece.
Pratica o bem, pensa o bem, ajuda o próximo, ajuda e acompanha os que tens à tua volta, e terás muito boas probabilidades de receber o bem.
O carma acontece comigo.
E contigo?

Publicada por Unknown à(s) 18:14

0 comentários

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Ano após ano...


Este é um blog meio escondido, e como tal poucas pessoas o conhecem. Bem verdade que não tenho cá escrito nada, bem verdade que não tenho tido muito para escrever...
Mas há dias foi o meu aniversário. Já vou nos Inta, não caminho para novo, pelo contrário...
Quando chega esta altura, aniversário, relembro-me sempre dos desejos, vontades, projectos e ideias que pensei para o ano vindouro...
Penso sempre, há anos que o faço, que "este ano é que é". Mas é o quê?
A cada ano que passa penso em mudar de vida. Não que a minha seja má, mas bem, boa é que não é. A verdade é essa mesmo. Talvez por isso não tenha escrito nada. 
Mas vejamos, mudar de vida... Basicamente sempre os mesmos objectivos. Ser feliz. E a felicidade passa por concretizar objectivos como mudar de trabalho, ter melhores condições, Passa por orientar a minha vida. Passa também por encontrar alguém que eu consiga amar, e me ame, e construir uma relação com desejo de futuro.  É pedir muito? Cada vez mais acredito que sim.
Este ano que passou consegui algumas mudanças!!! Uau...
Mudei de trabalho. Mudei de um onde já estava há quase 4 anos, que fui conjugando com outros em tempo parcial, Saí dum trabalho onde as condições legais eram duvidosas, com horários fixos mês após mês, sempre o mesmo horário sem fins de semana livres, sem férias,  sempre a fechar o estabelecimento, e a nível de descontos venha de lá as entidades competentes de sorriso na boca.
Consumiu-me a vida pessoal, deixei de ter oportunidade de coisas tão simples como juntar o pessoal depois de jantar para um café, uns momentos de conversa. Perdi ligações de amizade.
Mudei para um trabalho com horários rotativos, com folgas em parte rotativas, e possibilidades de desfrutar pelo menos um dia de fim de semana por mês. Folgas podem ser trocadas, há essa margem de manobra. Descontos certos, pagamento certo ao final do mês, e a benesse de ser na cidade onde vivo, em vez dos 50km que percorria para o trabalho anterior. Nem tudo é bom, abdiquei de um valor monetário razoável, e confesso que me está a ser difícil orientar com o novo ordenado.
Com isto passei a poder fazer coisas que me davam bastante prazer. Recomecei a sair com os colegas e amigos naquelas cafezadas depois de jantar. Comecei a ter tardes livres, assim como manhãs, rotativamente. Recomecei a poder pegar na moto e sair, que é algo que me dá imenso prazer. Recomecei a poder alinhar em algumas passeatas de fim de semana. Muito bom, muito bom...
Outra coisa que este ano melhorei, dediquei-me mais à casa.  Comprei casa há anos, e tem estado um pouco crua. Este ano fui mudando uma coisa aqui, outra coisa ali. Parece-me melhor!
E o dia a dia? Passatempos? Verdade, este ano que completei também mudei alguns aspectos.
Fui tendo passatempos/vícios que mudaram tempos a tempos. A leitura foi uma delas, li vários livros, retomei o gosto pela leitura. E não só, descobri esse viciante mundo do Instagram, da fotografia instantânea. Mas confesso, tudo isto teve a sua altura, e fui trocando. Agora ando com o vício do Youtube, mais propriamente de Motovlogs.  Mas o que é isso de Motovlogs?
Motovlogs não é mais do que vídeos gravados a bordo duma moto. Bem, e eu tenho moto. Há tempos comprei uma câmara de acção, duma marca bastante conhecida, mas só este ano que passou é que me dediquei a pôr em prática a colocação da mesma no capacete, e começar a gravar.  Mas hei-de falar sobre isto em breve...
Vejo assim que até andei ocupado, entretido, e fiz algumas coisas por mim.
Mas, e o amor? Sempre consegui encontrar alguém que pudesse amar. Quis acreditar que sim. Tive essa ilusão. Porque o amor para mim não passa de uma ilusão. E desilusão, ao ponto de ter dúvidas se conseguirei voltar a amar.
Sim, encontrei alguém, poderei até dizer que reencontrei. Alguém que há uns bons anos me tinha prendido a atenção, e que apareceu novamente na minha vida por um simples acaso. Alguém com quem comecei a falar, e a pouco e pouco cresceu um sentimento. Sentimento esse que me fez pensar muitas vezes "como é que isto é possível?". Pensei que finalmente tinha um novo motivo para ser feliz. Pensei "é desta". Também tenho o direito de ser feliz, finalmente tinha achado esse rumo. Pensei que poderia ter uma vida normal, uma relação normal, de crescentes sentimentos, crescentes planos, rumo à felicidade. Mas enganei-me. Não foi desta, não sei se alguma vez será. Foi-me dado um ponto de luz, quis acreditar que estava no bom caminho, ter sentimentos por alguém, sentimentos bons, desejar estar com essa pessoa, ter saudades perante a ausência. Ter programas a dois, ter uma relação de amor, ter alguém à minha espera, ou à espera duma simples mensagem ou telefonema. Estava feliz, tinha alguém a quem dedicar o meu tempo, ainda que pouco, mas completamente direccionado a alguém que gostava, gosto. Mas tudo se desvaneceu. Estou triste, muito.

Creio que estou destinado a ser infeliz, a ter uma nuvem negra a pairar por cima de mim permanentemente, escurecendo toda e qualquer luz que consiga ver no meu caminho. Uma escuridão que me tolda todos os caminhos, que me tira o sabor de todas as pequenas conquistas. Sem amor não há alegria. E eu, chorando por dentro, todos os dias coloco uma máscara de alegria, e brinco com os outros, mando piadas, rio quando não estou sozinho. Porque depois, sozinho, volto à minha solidão que teima em não desaparecer.
Ano após ano, pouca coisa muda, muito desejo mudar.
E por isso pouco escrevo. Não tenho aquela alegria para escrever, só tenho mágoa que me inibe os pensamentos, e não me permite escrever.
E mais um ano passou, com alguns objectivos concretizados,e outros mais uma vez adiados...
Mais um ano se passou, e eu continuo a lutar contra a tristeza, solidão, falta de amor.
Não sou feliz... 

Publicada por Unknown à(s) 00:35

0 comentários

sábado, 13 de dezembro de 2014

"Não me venhas cá com direitos..."

"Não me venhas cá com direitos" é uma das expressões automáticas daquelas pessoas que se intitulam "patrões. E isto foi o que se passou num estabelecimento comercial que eu conheço, assim como os funcionários que lá laboram. E eis o que me chegou aos ouvidos.
Sendo vários os "patrões" naquela empresa, uma família, é comum cada um ter a sua ideia a mencionar. Um diz "façam isto", outro chega e diz "parem já com o que estão a fazer, isso não é para fazer assim nem agora". Bom, o que é que isto dá? A desejável ideia patronal que os funcionários não fazem o que lhes dizem e que por isso são maus funcionários, e que portanto há que apertar com eles...
Não me alongo muito, dando apenas um exemplo. Naquela empresa de restauração todos fazem um pouco de tudo. Empregado de balcão ajuda na confecção das refeições, cozinheiro atente ao balcão, ambos varrem e lavam as salas de refeições. Os contratos não indicam que tem de se fazer mais do que a função discriminada e para o qual foram contratados.
Certo dia, num ambiente mais azedo entre "patrões" e funcionários há um funcionário que diz algo como "eu já tenho imenso para deixar feito na cozinha, não tenho tempo de varrer e lavar a sala, e quando o faço é por favor pois o meu contrato não mo permite. Como cozinheiro tenho "x" obrigações e "y" direitos, e limpar a sala não é uma das minhas obrigações. A bomba rebentou.
Um dos "patrões" muito incomodado respondeu à bruta algo como "não me venhas cá com direitos, o trabalho é assim, se queres queres, se não queres és livre de te ir embora".
E é assim a realidade do mundo empresarial de exploração. "Ou queres assim ou vai-te embora".
Nas empresas de restauração que conheço, inclusive já trabalhei em algumas, o mote é "estás cá para trabalhar e mais nada". Nessa empresa que frisei sei inclusivamente que não há pausas para descanso nem tão pouco para refeições. Trabalha-se 7, 8 ou 9 horas seguidas sem direito a interrupção para alimentação. Segundo os "patrões" os funcionários vão comendo nas alturas de menos movimento. Não interessa se a pessoa ao balcão passa as 8 horas efectivas a atender os clientes e não tem hipótese de ir a cozinha comer qualquer coisa para descolar a barriga das costas. Também não interessa se "patrão A" diz para se varrer mesmo com clientes na sala, indo depois "patrão B" repreender o funcionário por o estar a fazer. Resumo, "façam e não piem, as coisas são assim e pronto, desenrasca-te".
E infelizmente onde estão uns a tentar lutar por justiça e direitos no local de trabalho estão outros à espera de falhas para poder ficar com o trabalha. Os "patrões" valem-se disso e ditam as obrigações que quiserem abolindo os direitos dos funcionários.
Vai haver sempre sempre "patrões" assim, exploradores e ditadores, maus gestores ou conflituosos, e infelizmente a classe operária vai ter que ir aguentando pois necessita de trabalhar para pagar as despesas. Muito mais poderia dizer aqui, mas até nisto pode haver inquisição...

Infelizmente, são pessoas assim que temos a "gerir" as empresas...

Publicada por Unknown à(s) 14:14

1 comentários

sexta-feira, 28 de março de 2014

Quando as contas aparecem todas no mesmo mês!!!!!

Este mês parece que o dinheiro voa da minha carteira. As despesas já vão em mais de 1000€, gastei mais do que ganhei. Mas vejamos os aspectos positivos...
Prestação de apartamento paga. Para o próximo mês há mais.
Contas normais pagas. É um ciclo, não há nada a fazer.
O IUC do carro está pago. Só me volta a chatear para o ano...
O seguro do carro está orientado, agora só daqui a seis meses...
O carro já levou pastilhas de travão. Já não chiam, e travam.
O esquentador está arranjado. Duches bem quentes de volta. 

Fiz cerca de 1000km em passeios. Visitei Aljustrel, Constância, Coruche, Ericeira, Golegã, Lisboa, Mafra, Montemor-O-Novo, Montijo, Palmela, Pinhal Novo, Sines, Sobral de Monte Agraço, Vendas Novas e outros... Conheci sítios espectaculares. 

Bebi cafés onde me apeteceu, petisquei onde bem quis, almocei e jantei onde me deu a vontade...

É verdade que o dinheiro se foi, é verdade que excedi o limite e agora não tenho... Mas também é verdade que paguei tudo o que havia para pagar, e ainda me fui divertindo a valer... :D :D :D :D :D :D

Publicada por Unknown à(s) 16:07

0 comentários

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Carta ao Barbaças...

Caríssimo Pai Natal, antes de mais deixa-me tentar esclarecer uma coisa. Não és meu pai, portanto não te vou chamar pai, nem de Natal nem de Páscoa, nada. Não te vou chamar de vermelhão, pois ainda aparece aí a Fafá de Belém com o "meu coração é vermelho, de vermelho vive o coração eh óóó", estás a ver a cena. Barrigudo também não te chamo, pois já te vi tantas vezes em tanto sítio, e umas vezes apareces de barrigão, outras és um trinca-espinhas (deve ser da crise), não joga bem. Como apareces sempre é de barbas, vou chamar-te de Barbaças, pode ser? Seja...
Meu caro Barbaças, está a chegar o Natal. Dizem que nesta altura todos devemos ser melhores, como se não fosse para ser nas outras alturas do ano. Mas pronto, as pessoas tentam "ser melhores" nesta altura. Junta-se a família, junta-se o boi com a vaca e mete-se o miúdo nas palhas. Diz-se também que é tempo de virem os 3 Reis Magos nos camelos entregar presentes ao miúdo. Acho que agora, ou eles vêm de moto ou nunca mais chegam ao destino. É só a minha opinião.
Mas estava eu a falar de presentes. Não sei se sabes, mas o pessoal delira com os presentes no Natal. Pode não haver dinheiro para comer, mas tem de haver para aquele carro telecomandado da montra. Usam-se os cartões de crédito até mais não, e passa-se o ano seguinte a pagá-los! Mas os tugas são assim, tu já nos conheces, ou não fôssemos nós um povo à beira de um buraco quase tão grande como o do ozono.
Mas vamos aos presentes. Se o pessoal do governo os recebe sem fazer nenhum, eu que trabalho tenho o direito de pedir qualquer coisa. Ora, e assim começo a minha lista de presentes de Natal...
Barbaças, como já sabes eu não sou pessoa de pedir coisas. Fui habituado a não pedir, pois sabia que só me dariam algo se houvesse possibilidade disso. O que viesse era bem vindo. Agora, mantenho estes valores comigo. E sendo assim a minha lista de Natal deste ano resume-se a pedidos de sentimentos e atitudes. Sentimentos e atitudes que gostaria de sentir à minha volta, por mim, e para mim. Vou passar aos desejos.
Amor. Num mundo como este, onde todos estão virados para o seu umbigo, acho que desaprendemos a amar. Esquecemos os sentimentos, não os tornamos puros pois na realidade não nos empenhamos o suficiente. Desejava que houvesse esse sentimento para mim, por mim, e para os que me rodeiam. Amor da família, amor da(o) namorada(o) ou esposa(a), amor da amizade dos amigos. Barbaças, eu sei que é difícil, mas tenta fazer com que o pessoal ame mais, com pureza e sem maldade.
Amizade. Barbaças, tenho notado que a palavra amizade é um conceito muito frágil hoje em dia. Noto que as amizades são temporais, ocasionais, casuais. Custa-me dizer isto, mas sinto que "os amigos para a vida" já não existem, ou cansaram-se de lutar pelo verdadeiro sentido da amizade. As pessoas aproximam-se, tornam-se amigos, e depois se se têm de afastar parece que esquecem dos "amigos". Parece que já não há aquele desejo de manter as amizades que nos tocaram. Parece que a ideia de sacrifício por um amigo já não é real. Lembro-me em tempos de levar porrada por defender um amigo, lembro-me de sair de casa de bicicleta em pleno inverno gelado pois um amigo precisava de ir aqui ou ali. Lembro-me também de me desviar do meu caminho, pois alguém precisava de mim fora do meu caminho traçado. E hoje, actualmente, o que acontece? Falo por mim, e em diversas ocasiões, que sinto ou vejo acontecer casos de alguém não ir a algum lado ou fazer alguma coisa porque "não apetece", ou não dá jeito. Não sinto que as pessoas façam sacrifícios em prol da amizade. Eu sinto que faria o sacrifício de percorrer 50km se algum amigo precisasse de mim, sinto que me despacharia a correr se algum amigo precisasse de estar comigo daqui a 10min, sinto que sairia da cama às 3h da manhã se algum amigo precisasse que eu o fizesse. Mas isto sou eu. Infelizmente não vejo grandes demonstrações deste tipo de disponibilidade em muita gente. Sei que estou a abusar na questão da amizade, mas faz aí uma mágica que permita também às pessoas levar a sério o conceito de amizade no que toca à questão de contar com os amigos para um desabafo. Tantas e tantas vezes eu vejo e sei de situações e histórias que não era suposto saber pois alguém teria pedido para ser segredo. Tantas e tantas vezes eu sei de histórias espalhadas por alguém a quem eu pedi segredo. Barbaças, indicia às pessoas a amizade como um confessionário. Num confessionário nós podemos desabafar, sermos ouvidos, quiçá sermos compreendidos, e saber que a confissão não vai sair dali. Sigilo de confessionário, dizem os padres. Pois bem, haja também sigilo de amigo. Caro Barbaças, estou a pedir-te muito?
Honestidade e seriedade. Estes são sentimentos que andam interligados. Barbaças, faz com que as pessoas sejam honestas, sérias. Dou por mim a ver as pessoas a falarem umas das outras pelas costas. Dou por mim a ver uns enganarem os outros. E tanto que eu vejo, no que toca às pessoas a atirarem areia para os olhos uns dos outros. Até a mim, Barbaças, já me quiseram atirar tanta areia para os olhos. Acho que o que me vai valendo é o facto de eu usar óculos, e a areia bater nas lentes. Acho que é por isso que os tenho tão riscados. Mas adiante... Caríssimo, sei que é complicado, mas não podes fazer com que as pessoas façam o que dizem, e não o contrário? Actualmente dizem-me uma coisa, e fazem outra. Tem calhado muita vez eu estar a falar, desabafar, e até concordarem comigo, e depois vão comentar a este ou aquele que eu estou errado ou faço mal. Porquê, Barbaças? E as vezes que me dizem "fica descansado", "achas que vou contar a alguém?" e afinal vão mesmo! Achas bem? Não, pois não? Consegues resolver isso? Consegues que as pessoas sejam de confiança, sejam honestas? O mundo precisa de pessoas honestas. Para gatunos e chupistas já existe o staff do governo...
Alegria. Barbaças, tu já me conheces, sabes como sou. Estou sempre na palhaçada, sempre no gozo, tento sempre estar alegre e divertido e que todos estejam assim. Mando piadas, calinadas, digo parvoíces, faço-me de parvinho muita vez. Ora, o que te peço é que me dês ânimo para continuar assim. Como sabes eu tenho estas atitudes pois não gosto muito de falar a sério. Quando falo a sério é porque algo está muito mau. Tu sabes isso, barbaças. Consegues ajudar-me? É que como sabes, há muita vez que tenho esta atitude alegre, mas estou desolado por dentro. Aparento leveza de espírito, mas há algo que me corrói o pensamento. Faço-me de forte, guardo os problemas para mim, mantenho-me na minha e de cara alegre, para que os outros não se apercebam nem fiquem preocupados. Todos têm os seus problemas, não precisam de levar com os meus. Ainda assim, às vezes vacilo no que toca a disfarçar. É aqui que te peço ajuda. Não me deixes vacilar. Dá-me uma dose extra de força interior para que não deixe transparecer o meu verdadeiro estado de espírito, não interessa se estou muito mal, muito desanimado, ou sem vontade de cá andar. Interessa sim que não transpareça isso. Pões alegria no meu sapatinho?
Companheiro Barbaças, estarás tu habituado a ter estes pedidos? Estarei a ser exigente demais?
Bom, Barbaças, sei que a carta já vai longa, mas espero que a possas ler com atenção, e que possas fazer algo por mim, pelos que me rodeiam, e pela população em geral... Força aí, se precisares de ajuda diz.
Vemo-nos no dia de Natal.
Um grande abraço...

Publicada por Unknown à(s) 18:03

0 comentários

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A Vida é muito curta...

Muitas vezes não temos noções do quanto a vida é frágil, do instante em que se pode desvanecer e não mais podermos fazer o que queremos, nem estar com as pessoas de que gostamos. Deparo-me já com várias situações, não ligadas a mim directamente, mas que me afectam. Situações das que num ápice parte alguém com quem lidamos.Hoje recebi uma notícia triste. Notícia essa que me fez lembrar de outras duas situações. No trabalho lido com várias pessoas, umas mais frequentemente que outras. Houve uma certa altura que falava várias vezes com uma senhora, dos seus 84 anos e com uma lucidez fantástica. Falávamos alguns minutos, e despedia-me com um sorriso, esperançoso de nova conversa. Era agradável ver uma senhora com 84 anos assim tão lúcida e independente. Até ao dia que chego à porta, e espero como sempre fazia, para que me aparecesse. Mas quem apareceu foi outra pessoa, a dizer que a senhora tinha falecido. Tristeza.
Hoje a notícia foi outra. Aquela senhora a quem eu tocava a campainha para me abrir a porta e entrar no prédio, ou que passava por mim lá perto e me dizia com um sorriso "deixei a porta aberta para o Sr. entrar...", ou que mesmo que me visse me cumprimentava sempre com um largo sorriso, essa senhora faleceu. Cancro. Ainda há um mês me sorria diariamente, até que o organismo começou a falhar, muito rapidamente. É triste.
Não posso esquecer também um dia em que cheguei ao pé de um amigo que me disse "o meu pai faleceu hoje", deixando-me sem reacção, e muito triste.
E eu pergunto-me, será que podemos ter a certeza que haverá amanhã? Será que amanhã estaremos entre as pessoas de quem gostamos, ou que elas estarão connosco? Tenho pensado nisso.
Aflige-me pensar que a qualquer momento me pode dar um ataque cardíaco inesperado, que posso cair de moto e não me levantar, ou que posso ir na estrada e levar com algum objecto/veículo que me pára o movimento para sempre. Penso também que pode acontecer algo assim à minha mãe, aos meus amigos. Imaginem por momentos... Perante isto, questiono-me porque temos nós atitudes tão frias para os que nos são importantes. Chateamo-nos, discutimos, temos atritos! E para que? Para que perdemos tempo com atitudes que nos entristecem, que nos magoam? Vale a pena? Amanhã podemos já cá não estar, ou podemos já não ter a presença de alguém... É muito triste...
Façam valer o tempo que estão por cá, mostrem que gostam dos vossos familiares, amigos. Cumprimentem os amigos com um "Olá, como estás?" e esperem pela resposta. Respondam também. Digam à vossa mãe, pai, avós, e a todos os familiares que estimam que gostam deles, que vos são importantes. Estejam com os que vos são importantes. Façam programas juntos, vão a cafés, festas, passeios, eventos.
Façam também valer a amizade que por vós sentem. Se estão em casa e vos convidam para café, se ias dormir mas algum amigo quer falar, se há algo que preferias amanha mas um amigo marca hoje, se alguém quer estar contigo a certa hora e tens de te apressar, se te convidam para uma festa de anos a 40km, se vos fizerem isto e muito mais não respondam que não podem, que não vos apetece ou que não estão para isso. Façam um esforço, dêem um pouco de vós, por alguém que vos quer por perto. Pensem que pode ser um esforço para vocês, mas também que poderá ser a última oportunidade de estarem com alguém, de conversar e debater, de brincar e rir, ou de simplesmente dizer que prezam a sua amizade. Um NÃO pode ter muito impacto, quando o amanhã pode não chegar...

Publicada por Unknown à(s) 01:10

2 comentários

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Michael Jackson e Conrad Murray

Foi hoje conhecido o veredicto do caso do médico de Michael Jackson, Conrad Murray. Foi considerado culpado pela morte do cantor, culpado de homicídio involuntário , podendo ser sentenciada uma pena até 4 anos de prisão.
Ora, este é para mim um assunto que me divide. Todos nós sabemos como são os artistas famosos. Todos eles têm excentricidades e exigências do mais esquisito que pode haver. Uns não entram no seu camarim se não tiver lá um vaso de orquídeas brancas, outros não cantam se não rezarem 26 Avé Marias antes do espectáculo, outros só actuam com aquele par de boxers. Sim, são exemplos sobejamente esquisitos, mas não descuro a hipótese de algum ser verdadeiro. Mas o que quero eu dizer com isto? Quero dizer que o famoso e fantástico Michael Jackson já nos tinha habituado a umas excentricidades à imagem dele. Era do tipo de pessoa que se queria algo tinha de ter. Se dizia "Quero", alguém tinha de o fazer.
E chego ao médico Murray. Sendo ele médico de uma pessoa como o Michael eu pergunto-me até que ponto seria "forçado" a satisfazer as exigências do cantor!!! Lembro-me de há tempos ter visto uma grande entrevista com o cantor, e bem vi eu a cena que ele fez ao ser contrariado. Pois bem, o cantor já há algum tempo que se queixava de não conseguir dormir, e que tinha de dormir bastante e muito bem para se aguentar nos espectáculos, ou mesmo na sua vida pessoal. Face a isto, o médico deve ter visto como única maneira de ajudar o cantor, a administração daquele medicamento potente. E aqui é onde me divido. Não sei bem até que ponto o médico terá sido verdadeiramente culpado pela morte do cantor. Quem me diz a mim que Murray não deixou de avisar Jackson sobre os efeitos do medicamento? Ou quem é que me convence que o cantor seguiu à risca os bons concelhos do médico?
Na verdade eu acredito que o médico tenha sido pressionado a arranjar um soporífero potente. Acredito também que na sua ânsia de dormir o cantor tenha administrado a si próprio o medicamento, neste caso em excesso, levando à sua morte.
Indo de encontro à maioria das opiniões, ponho a hipótese de Murray ter sido uma vítima do poder de Michael. Todos nós sabemos que estes famosos conseguem ter tudo, basta quererem...
Fica a minha dúvida...

Publicada por Unknown à(s) 22:50

0 comentários

domingo, 21 de agosto de 2011

Facebook

O Facebook... Perdoem-me palavras mais acesas, conjunções mais desfasadas, mas na verdade escrevo para demonstrar em parte o meu desagrado com o Facebook.
Lembro-me como foi aparecendo este movimento, este site, que a pouco e pouco retirou utilizadores ao Hi5 e MySpace, por exemplo. Pouco mais era do que o Hi5 na altura, mas com a inclusão de aplicações até então sem uso, conseguir "roubar" as pessoas para o Facebook.
Era ao início outro meio de ter um perfil, ter os seus amigos, partilhar vivências, fotos, vídeos, jogos, e muito mais.. Era também maneira de conhecer pessoas que partilham os mesmo gostos ou vivências. Era uma porta para a interacção...
Mas o que começou a acontecer? A pouco e pouco começou a notar-se um desejo imenso de aumentar a "lista de amigos". Parece um desafio, ter a lista de amigos maior... Não interessa se se conhece a pessoa. Se tiver algo que agrade, lá vai convite. Dei por mim a receber convites de pessoas que nunca tinha visto ou falado na vida, e quando lhes perguntava o motivo do convite, simplesmente não obtinha resposta. Exemplo prático: Vejo uma pessoa que tem um perfil com o qual me identifico. Meto conversa, explico a razão de estar a mandar mensagem. Entretanto envio um convite de amigo. Pois bem, aceita o convite, mas não obtenho qualquer resposta. Para esta pessoa deve ser "boa, tenho mais uma pessoa na lista". Não continuando a responder, recebo passado uns tempos um convite para apoiar uma causa. E eu pergunto, será que o Facebook virou um meio onde impera o interesse e egoísmo? A resposta para mim é SIM,sem dúvida...
Continuando, e pouco havendo a fazer pelas longas listas de "amigos", algumas atingindo as largas centenas ou mesmo milhares de desconhecidos reais, surge outro problema... As partilhas e publicações...
Lembrando que o Facebook serve também para partilharmos o que desejamos, ou fazer convites, e outras coisas mais, o que acontece quando partilhamos assuntos com amigos reais que têm as tais listas de centenas de "amigos"? Pois é, eu, o indivíduo "A" partilho ou convido os meus amigos reais "B" e "C". O que vai acontecer é que a minha mensagem rapidamente vai ser abafada pelos desconhecidos das listas deles que vão colocando mensagens. É ou não é verdade? De que vale eu publicar algo para os meus amigos verem, se após minutos a minha mensagem desaparece entre as publicações dos desconhecidos deles? Não vale a pena o esforço...
Resumindo, há certos aspectos no Facebook que me fazem confusão. Vastas listas de desconhecidos e publicações perdidas são umas delas. Mais mais virão...

Publicada por Unknown à(s) 18:13

0 comentários

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Bicicleta - Desde o meio de transporte até à actualidade

Bicicleta, biciclete, bicla, bicicleta montanha, bmx… São alguns dos termos que me lembro de chamar às minhas bicicletas. Ainda me lembro da primeira bicicleta, que já merecia realmente esse nome, bicicleta. Era uma BMX, agora chamam-lhes outras coisas. Lembro de pegar na minha bmx e 9 ou 10 anos ir para a escola, pelas ruas da vila, subindo aos passeios, mandando uns saltos nas lombas, fazendo raspagens de lado (agora chama-se drift) nas curvas, andando sem mãos no guiador. Cresci, e nessa altura quando crescíamos tínhamos de ter uma bicicleta maior, não como agora que gaiatos de quase 2m usam as bmx pequenas para manobras. Veio a prenda dos anos, uma fantástica “bicicleta de montanha”. Da marca da altura, Lialsan, ou parecido, com shimano aqui e ali, rodas “enormes” 26, e o sonho de qualquer rapazola da altura, tinha mudanças, 18. E começaram as aventuras “de montanha”, subidas íngremes em 1ª, descidas a 300 (a mim parecia, J ) em 18ª. Ia com ela para qualquer lado, sempre com o cadeado atrás simplesmente para prender ao quadro, porque naquela altura não se retiravam as rodas simplesmente com um desapertar de parafuso. Andava por toda a vila, ia até ao salão de jogos, ao clube desportivo, ia aos treinos disto ou aquilo, até saía com ela à noite para ir beber uma mini. Não, minto, mini é agora, porque dantes bebiam os mais velhos uma cerveja (média), ou os mais novos como eu bebiam uma Coca-Cola e já era um mimo. Lembro-me das acrobacias que fazia com ela, andar sem mãos nos passeios, sacar um cavalinho ou uma égua, etc. Lembro também de ir ao chão, esfolar os cotovelos, joelhos, palmas das mãos e muito mais.

E isto porquê? Porque naquela altura a bicicleta era vista como um meio de transporte. Eram os miúdos a ir para a escola ou outro lado qualquer nas suas bicicletas montanha ou bmx, eram os senhores das boinas, vulgo velhotes, a ir para a taberna ou para os bancos de jardim nas suas pasteleiras, eram as senhoras a ir nas suas bicicletas de quadro rebaixado às compras. A bicicleta, o nosso meio de transporte. A nossa companheira de alegrias e agonias, pelo bom de passear mas também pelas quedas que dávamos. Outros tempos…

Agora, bicicleta já não existe. Agora há BMX para acrobacias, BTT para passeios “offroad”, bicicleta de downhill para as provas da especialidade, bicicleta de estrada para o cicloturismo, e outros géneros específicos. E como meio de transporte? Ainda há? Acredito que sim, mas pouco. Agora as pessoas compram uma BTT para passear ao domingo, apenas por ciclovias ou descampados. As pessoas compram bicicletas de estrada para dar um passeio com os colegas, mas somente por sítios de pouco trânsito. Compra-se bicicletas de manutenção para queimar umas calorias sem sair de casa. E porquê?

Eu sou dos que tem uma BTT para passeios offroad, e uma de estrada para passeio de domingo. Mas pego na minha “BTT”, mais ágil, para ir aqui ou ali sempre que necessário. Eu continuo a ir ao café com ela, continuo a ir fazer alguma coisa com ela que seja necessário. E para passeio corrido, sim, uso a outra.

E certo dia aconteceu-me uma que me fez escrever este texto. Certo dia saí com a minha bicicleta para ir para o trabalho. Lá fui eu, por entre o trânsito, com cuidados redobrados. E no final do trabalho, o regresso. Tal como as motos o fazem, lá vim eu esgueirando-me por entre os carros, passando por cima deste ou daquele passeio, quando de repente ouço uma buzinadela e alguém a gritar muito indignado “mas agora já se anda pela estrada???”. Podia ter respondido pior, mas lá respondi “Porquê? Não se pode?”.

Ao que parece a mentalidade das pessoas mudou e muito, para pior. Hoje em dia bicicleta é somente para lazer e só nos sítios “apropriados”. Muito boa gente se espanta ao ver uma bicicleta no meio do trânsito, como meio de transporte.

É esta a mentalidade que “temos”? É realmente de se ficar triste. Muitos hábitos se estão a perder, alguns deles bem saudáveis..

Publicada por Unknown à(s) 19:16

0 comentários

domingo, 27 de dezembro de 2009

Amizade

"Estavas triste, desolada,
e por isso me procuraste.
Eu ouvi-te, deixei-te descansada pois não te deixaria ficar triste.
Contaste tuas mágoas, teu sofrimento,
o teu desgosto de amor,
eu ouvi, compreendi o teu tormento,
e disse "desgostos não têm valor".
Passado um tempo ficaste bem,
teu desgosto passou, por fim,
disseste-me também
que estarias sempre disponível para mim.
Mas não foi o sucedido,
pois resolveste me ignorar,
e eu excusava de ter sofrido
pois no fim, depois de tudo ter acontecido,
fiquei sem alguém com quem contar.
E no fim quem sofre sou eu,
pois a mim ninguém me consola,
não posso desabafar, contar o que aconteceu,
nem o que me vai na alma, que me desola.
E é isto a amizade, é isto que nos faz viver?
Então é apenas maldade, e eu não quero sofrer! "

Publicada por Unknown à(s) 19:51

5 comentários

Mensagens antigas Página inicial
Subscrever: Comentários (Atom)
 
SEO
SEO