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Filipe Dias

Veremos o que isto pode dar...


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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Intervenção Cirúrgica

Devo esta intervenção cirúrgica à minha avó, que na consulta à qual a acompanhei ela fez questão de dizer ao médico que eu tinha um problema no joelho. E de facto tinha, uma secção da veia, na zona lateral do "joelho", estava demasiado saída, grande, permeável. O médico ao olhar para ela alertou-me para os problemas que eu estava a correr, e como exemplo do que me podia acontecer mencionou o caso do Féher. Ora, todos se lembram do que foi vê-lo cair para o lado e pouco tempo depois morrer. Não quero que isso me aconteça. Fui fazer os exames urgentes que o médico me mandou.

Pois bem, tudo em condições, apto para ser operado. O objectivo foi fazer a operação nas férias do Natal, pensando em três semanas de recuperação. Chega a hora de a marcar. Azar dos azares, o único dia disponível, e o mais cedo possível era o dia 26, tendo que ir para o Hospital de Santarém dia 25 à noite, dia de Natal. Mas como a noite de Natal é de 24 para 25, assenti.

Dois ou três dia antes, estranhamente não havia preocupação nem nervosismo da minha parte.
Dia anterior, obrigação de fazer a depilação, isso sim, era novo para mim. Muito estranho mesmo. Mas foi feita, era um mal necessário.

Dia 25, 20h, lá estava eu no Hospital de Santarém. Pró-formas todos tratados, pijama vestido, deitado na cama, descontraí vendo um filme. Não estava nervoso, nem ansioso.
Hora de dormir. Tendo eu problemas em adormecer ainda foi mais difícil quando perto do meu quarto um idoso não parava de gritar e ralhar com algo que só ele sabia. Duas da manhã e ele naquilo. Não tenho culpa da doença dele, mas devido a isso tornou-se uma noite stressante e e claro.

Dia 26 de manhã, era a segunda pessoa a ser operada nesse dia. Levanto-me, tomo um belo duche com um gel duche estranho, desinfectante. Visto uma bata da moda, aberta atrás, e ali fico todo nu só com aquilo. Vêm-me buscar na maca, sou conduzido para a sala anexa à sala de operação. Estranho, não estava nervoso, talvez sim cansado. Chega a hora, sou conduzido para a sala, ponho-me na mesa de operação e conheço a equipa que me vai operar. Estava em boas mãos. Escolho a anestesia da cintura para baixo, e começa a operação. Consistia em retirar toda a veia Safena, que vai desde o pé até à virilha. Não senti nada, não me deixaram ver, obrigaram-me a estar com a cabeça sempre deitada e com um pano azul esterilizado à frente. Que pena. No fim da operação pedi para me explicarem o que tinham feito e ver o que tinham retirado. Tinham feito um golpe no tornozelo, outro na virilha e puxaram a veia por aí. Para ajudar fizeram 9 cortes ao longo da perna. E a veia lá estava,grande, ensanguentada; gostei de ver. Fizeram os curativos e envolveram a perna na ligadura.
Hora de ir para a sala de recobro. Sala onde tinha q estar até ter alguma sensibilidade nas pernas. Foi uma sensação muito má querer mexer as pernas e perceber que eram como um bocado de carne morta, insensível. Senti-me impotente, aleijado, deficiente. No entanto estava calmo, sabia que era normal e em breve voltaria a sentir. Foi passadas quase duas horas que comecei a sentir as pernas, primeiro a que não tinha sido operada, e aos poucos e poucos a outra.
Levam-me para o 4º, hora de descansar. Não podia comer nem beber nada, desde as 00h00m e agora após a operação. Fiquei ligado ao soro, e a analgésicos. Não tinha dores, estava sedado.
Às 18h lá pude começar a ingerir água aos poucos, e às 19 pude comer uma sopa. Nada mau, estava cheio de vontade de comer, porque fome não tinha muita devido ao soro. Para descontrair vi novo filme,até à hora de dormir.
Entretanto já la tinha dois "acompanhantes" no 4º, tinham regressado após o Natal. Fui então tentar dormir. Outra noite muito mal dormida. Primeiro porque os acompanhantes eram idosos e ressonavam bastante, depois porque tinha dores, as pernas levantadas fazendo também dores nas costas, e por fim, para agravar, tinha os fios do soro e analgésicos presos à mão. Devido a tudo isto tinha que ficar de barriga para cima e quase quieto. Não dormi mais que 3horas mal dormidas.

Dia 27. Chega o pequeno almoço, muito bem vindo. E chega também o enfermeiro e o médico para verem a perna. O enfermeiro tira-me a ligadura, a gaze, e deixa à vista a minha perna mal tratada. Toda negra do sangue pisado, com algum sangue proveniente dos pontos. Os pontos da virilha estavam estáveis. Estava tudo bem. Boas notícias, o médico deu-me alta. Vou então tomar um duche, com bastante cuidado. O enfermeiro faz-me novos pensos, ligaduras e dá-me as recomendações a ter, para eu fazer os pensos dali em diante.
Estou pronto para sair. Agora sim, ansioso, para sair dali, não gosto de hospitais. A minha mãe chega e vamos embora. Repouso absoluto, recomendaram eles. Não consegui, estava demasiado contente por sair e estar livre que não me consegui meter na cama quando cheguei a casa, Andei as voltas, não consegui parar quieto. Tudo com muitíssimo cuidado, claro.
E agora a recuperação. Tomar os comprimidos receitados, fazer os pensos, e ter cuidado, muito cuidado. Tenho cumprido tudo, anseio por umas melhoras rápidas.

Sinto-me mais aliviado, melhor. Este perigo já não me afecta.
Tudo por causa da minha avó, a quem agradeço, e também ao médico, o Dr Mário Soares.
Obrigado...

Publicada por Unknown à(s) 18:47

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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Cursos Profissionais - Energias Renováveis

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=293155
Ao que parece, e segundo o estudo do Diário Digital, os jovens estudantes não mostram interesse neste género de cursos. Segundo o DD, a Escola Agrícola de Paiã, em Odivelas, lançou um curso de Energias Renováveis, curso este que não obteve mais do que três interessados e por isso ficou-se apenas pela intenção. Pelo que li, este é um curso ao qual as empresas costumam procurar pessoas para trabalhar, no entanto a resposta é sempre a mesma "infelizmente não temos pessoas pois não conseguimos abrir sequer uma turma".

Eu pergunto-me, onde anda o pensamento dos jovens? É do conhecimento geral que o mundo está a necessitar de projectos de protecção e segurança, e mesmo assim os cursos relacionados com a gestão e prevenção do ambiente não são abertos por falta de alunos interessados. Será que não percebem que estes são os cursos do futuro e os que mais saídas profissionais vão dar? Em breve a água estará ao preço do ouro, os ladrões vão deixar de roubar dinheiro e objectos pessoais e passar a roubar água., etc, e mesmo assim estes jovens não percebem que são garantidos empregos relacionados com a defesa e prevenção do ambiente.

Se eu não estivesse já tão farto de entrar em cursos de certeza que esta seria a minha próxima aposta. Prezo muito o ambiente e a nossa sobrevivência, e gostaria imenso de contribuir mais para a preservação. Além disso, teria emprego garantido. Vá-se lá perceber estas mentes de agora...

Dou os meus parabéns a esta Escola Profissional, e espero sinceramente que para o próximo ano já hajam alunos de olhos abertos...

Publicada por Unknown à(s) 20:37

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terça-feira, 4 de setembro de 2007

CGD - Energia Solar

Estava eu a sentar-me para jantar quando no telejornal deu uma notícia que me agradou.

Ao que parece a Caixa Geral de Depósitos está a realizar um projecto que consiste em colocar painéis solares na sua infra-estrutura, e assim consegue uma climatização interior mais eficaz, mais económica e menos poluente. Segundo dizem, esta medida vai conseguir poupar energia equivalente ao uso mensal de uma cidade de médio tamanho, e evitar várias toneladas em emissão de CO2. O projecto tende a extender-se às suas sedes nas capitais de maior relevância.

Numa altura em que todos nós sabemos que o nosso mundo está a caminhar a passos largos para a deterioração climatérica, e também a fauna e flora, é de louvar projectos destes. Não só contribui para uma ambiente melhor, como também com este projecto está a dar o exemplo e a mostrar medidas a serem efectuadas por muitas mais entidades.

Para a CGD, o meu voto de satisfação e confiança, estão de parabéns...

Publicada por Unknown à(s) 21:36

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domingo, 2 de setembro de 2007

Dia de Trabalho

Como já tem vindo a ser habitual, hoje lá me desloquei eu para mais um dia de trabalho, neste caso,monitor de canoagem numa descida do Rio Zêzere...

Tudo parecia estar a correr bem, o rio estava calmo, mais vazio que o habitual e força de água praticamente inexistente. Adivinhava-se uma descida bem pacífica.
Foi então que os problemas começaram. Precisamente hoje as comportas da barragem tinham q abrir. Não o faziam há um mês. Tivemos azar? Pode-se dizer que tivemos muito azar.
O primeiro grupo estava praticamente pronto para sair, e não o podia fazer, a água tinha a força toda da descarga, não era seguro, e o rio subia a uma boa velocidade. Para nossa sorte a descarga foi rápida, e a força de turbilhão passou rápido, mas a corrente manteve-se. E partiu o primeiro grupo. Isto é, partiu, mas sem uma rapariga, infelizmente não conseguiu manter a calma, e desistiu. Para nós monitores uma desistência é sempre triste, pois ficamos com um cliente que não se vai divertir, e nós estamos cá é para lhes proporcionar segurança e diversão. Foi pena...

Chegou então o nosso grupo. Cerca de 54pessoas, e nós éramos apenas dois monitores. Logo à partida, e tendo em conta o estado do rio, a tarefa não se adivinhava fácil. E não foi...
Começou logo ao principio. Eu entrei na água com o meu kayak. Tive azar, aquele kayak não era muito móvel, era difícil manobrar em viragens, ainda pra mais com aquela corrente. Pois bem, tentei que todos entrassem na água e se reunissem num desvio sem corrente, para então, todos juntos partíssemos. Tarefa mal sucedida. Bastou um ser apanhado na corrente para ter que deixar o grupo e ir em auxílio. Já os via a remar contra a corrente, a tentar vir pra margem, o perigo de se enfiarem debaixo dos salgueiros era grande. Mas com as minhas indicações lá conseguiram, e ficaram mais abaixo no rio, esperando pelos outros. Já eu tentava subir o rio a todo o custo para ir ter com o resto do grupo quando me apareceram mais dois kayaks disparados, apanhados também pela corrente. Pouco podia fazer senão dar indicaçoes. Foi o que fiz, e foi sucedido. Mais dois apareceram, e mais indicações que tive que dar. Nesta altura já tinha o grupo espalhado pela margem do rio. Felizmente o grupo de trás ficou todo junto, e pôde partir. Espero que não hajam mais azares, pensei eu.
Tal como esperava, enganei-me. Num curto espaço de tempo duas quedas à água aconteceram, felizmente espaçadas. Consegui virar-lhes o kayak e eles subiram para ele. "Tá muito fria" diziam eles... Obviamente que estava. :P
Chegou a parte pior, uma zona com bastante força de corrente, remoinhos, e salgueiros nas margens prontos a envolver mortalmente quem lá se fosse enfiar. Tentei de tudo para que fossem pelo sítio certo, onde havia um pequeno banco de areia onde parar. Mas não deu, muitos não estavam a conseguir. Tive de me atirar à àgua, neste local com pé, e agarrar os kayaks que me apareciam, e encaminhá-los para sítio seguro. De facto a àgua estava muito fria, e passei lá bastante tempo a apanhar e puxar kayaks. Era a vê-los parar onde conseguiam, alguns já a pé, sem o kayak. Após todos estarem em terra era eu e o Bruno (o outro monitor) a lutar contra a corrente para trazer os kayaks para junto dos seus ocupantes. Foi duro. Caí à àgua, os joelhos fincaram-se com força nas pedras (que dor!!! ) e cortei-me. Valeu o esforço, ninguém se magoou, mas perderam alguns chinelos (não foi por falta de aviso que não os touxessem).
Parte perigosa passada, zona prazerosa em frente. Assim foi...
No último troço do rio, já perto de Constância, o ultimo perigo. Passar por baixo de uma ponte, entre os seus postes grandes, onde a àgua bate e faz remoinhos. Nesta zona também há pequenos rápidos. O único azar daqui foi um par que embateu contra o muro, apesar da minha tentativa que se desviassem. Lá fui eu, arriscando-me a virar tambem, apanhar o kayak com a rapariga assustada, agarrada a ele, e dentro de água. A outra rapariga já tinha boiado até à margem.
Felizmente chegámos...

O revoltante nisto tudo é que foram casos, alguns dos quais perfeitamente evitáveis. Bastava ter ooutro monitor conosco, e assim não teria sido necessário eu matar-me a remar contra a corrente para ir buscar pessoas e dar indicações, nem o Bruno ter que ficar lá atrás a ajudar alguns que também se viraram perto dele. Mais um seria o ideal, para não termos que resolver tantos problemas ao mesmo tempo, mas é o patrão que manda.

No final, o balanço foi positivo. Os participantes gostaram, alguns adoraram, e mesmo aqueles que se viraram ou apanharam um susto vieram-me dizer que fariam a descida novamente.
É isto que gostamos de ouvir no final, é sinal q desempanhámos bem as nossas funçoes. Não interessa que tenhamos estado toda a descida preocupados, ou em stress,é o nosso trabalho, e é compensado quando as pessoas nos dizem q gostaram... É para o prazer deles q nós trabalhamos...

Foi assim o meu stressante e cansativo dia de trabalho... Mas divertido também. :)


Publicada por Unknown à(s) 21:17

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Desktop vs Portátil

De há uns anos atrás parece-me que ficou na moda ter um portátil. Hoje em dia quem quer comprar um PC pensa logo em portátil. E pergunto-me porquê!!!

Vejamos, na minha opinião, e por base do conhecimento que tenho, aqui estão os motivos para ter, comprar; e quem compra portáteis.

  • Tendencialmente são os mais novos a quererem um portátil logo desde cedo. Vejo rapazes e raparigas que passam para o 7º ano a terem portáteis, embora a maioria seja quando ingressam no ensino secundário.
  • As razões... Pois bem, as razões são simples, querem ter portáteis porque é fixe, para mostrar aos amigos, vangloriarem-se de ter um, ver filmes, ir à Internet, e sobretudo jogar. Sim, sobretudo jogar. Não me cabe na cabeça que miúdos queiram portáteis porque dá jeito para estar a jogar na sala e depois ir jogar no quarto, por exemplo. Acho isso um tremendo comodismo e abomino completamente.
  • Nos graus de ensino Básico e Secundário acho completamente supérfluo o uso de um portátil, simplesmente não se justifica, não há matéria nem trabalhos que não se possam fazer em casa, calmamente, num computador de secretária.
  • De quem é a culpa? Na minha opinião a culpa é totalmente dos pais. Os miúdos hoje em dia são cada vez mais mimados e habituados a serem-lhes feitas todas as vontades. Assim, se os meninos querem um portátil começam com a conversa do costume, que será bom para a escola, que dá jeito para trabalhos de grupo, etc etc etc. E os pais dão um portátil. Felizmente para alguns dinheiro não é problema, e podem satisfazer caprichos de centenas e centenas de euros.
  • Eu só tive um portátil quando já ia quase a meio do 1º ano de Engenharia de Telecomunicações e Informática e foi porque realmente era preciso para trabalhar, levar para trabalhar na Universidade, etc. Até aí tinha um PC de secretária, muito velhinho, da altura do Windows 98, e não fui prejudicado por isso...
  • Para mim um portátil deve ser usado para trabalhar, para alguém que necessite de facto de mobilidade. É certo que hoje em dia os portáteis estão bem equipados para entretenimento, e é bastante viável usar essas potencialidades, podendo até jogar um ou outro jogo. Mas nunca se compre portátil com o intuito de jogar.
  • E o preço... A mobilidade paga-se, e é do conhecimento geral que um portátil custa bem mais do que um PC de secretária com os mesmos componentes. Por isso mesmo acho que se for para usar em jogos é muito preferível um PC de secretária. Com o dinheiro de um portátil razoável compra-se um PC potentíssimo, PC esse que é em tudo mais estável, mais próprio, e mais bem configurado para receber jogos, entre outras coisas.
Resumindo:

PC Secretária: mais barato, igualmente bom e mais estável no caso de ser para jogos. Peca pela falta de mobilidade.

Portátil: mais caro, por vezes com componentes inferiores a um PC, e adequado para trabalhar. Obviamente a melhor característica será a mobilidade.

Concordem, discordem, não é relevante.

Esta é a minha maneira de pensar...



Publicada por Unknown à(s) 05:00

Etiquetas: Desktop vs Portátil 11 comentários

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