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Filipe Dias

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domingo, 27 de dezembro de 2009

Amizade

"Estavas triste, desolada,
e por isso me procuraste.
Eu ouvi-te, deixei-te descansada pois não te deixaria ficar triste.
Contaste tuas mágoas, teu sofrimento,
o teu desgosto de amor,
eu ouvi, compreendi o teu tormento,
e disse "desgostos não têm valor".
Passado um tempo ficaste bem,
teu desgosto passou, por fim,
disseste-me também
que estarias sempre disponível para mim.
Mas não foi o sucedido,
pois resolveste me ignorar,
e eu excusava de ter sofrido
pois no fim, depois de tudo ter acontecido,
fiquei sem alguém com quem contar.
E no fim quem sofre sou eu,
pois a mim ninguém me consola,
não posso desabafar, contar o que aconteceu,
nem o que me vai na alma, que me desola.
E é isto a amizade, é isto que nos faz viver?
Então é apenas maldade, e eu não quero sofrer! "

Publicada por Unknown à(s) 19:51

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Filas de Atendimento

Hoje vou contar uma situação que se passou comigo, não pela primeira vez, mas simplesmente mais uma.

Era de manhã, pelas 09h15, quando entrei num estabelecimento de atendimento ao público. Como todas as vezes olhei para ver quem já lá estava e verificar a minha posição na fila. A pouco e pouco vão chegando mais pessoas que se vão colocando na fila, incluindo o indivíduo A que ficou atrás de mim, e o B que se colocou logo atrás. Ora, como faço e acho que tem de ser, deixo um espaço suficiente para não estar perto da pessoa que está ao balcão a ser atendida. Quando dou por mim tenho o indivíduo B praticamente ao meu lado a tocar-me no braço, e o A a respirar-me para o pescoço. Posso dizer que fico bastante incomodado, estão a invadir o meu espaço. Apetece distribuir cotoveladas a esses apressados. E isto porquê? Para fazerem pressão para me chegar para a frente? Para quererem eles passarem-me à frente? Ou simplesmente porque não sabem estar e não têm modos de comportamento?
Vejamos, a minha conduta nestas situações é dar privacidade ao indivíduo à minha frente, que está a ser atendido. Deixo sempre o espaço necessário para não perceber o que estão a dizer. Gostaria que fizessem o mesmo comigo. Por outro lado gostaria que não estivessem também pertinho de mim. É vulgar acontecer isto, estarmos na fila e segundos depois vêm as pessoas literalmente pegar-se a nós, ou tentarem passar à frente. Parecem os nossos guardacostas. É desconfortável estarmos a levar no pescoço a respiração de alguém, ou nem nos podermos virar por precaução de não tocar na "fita~cola" que temos atrás, ou ficar a poucos centímetros da cara do sujeito. É impressionante, parece que se colam mesmo. Dá vontade de os afastar à força.
Será que é só a mim que isto acontece? Tenho azar...

Publicada por Unknown à(s) 23:08

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Lista de Natal

A época de Natal está a chegar. Aliás, chegou, ou não estariam todas as superfícies comerciais decoradas desde finais de Outubro!!! E o que acompanha esta época? Curiosamente nesta altua parece que as pessoas se lembram mais dos conceitos de "reunião da família", ou "solidariadade", etc. Vem também à lembrança os belos doces, o Bolo-Rei e outras iguarias. Mas são estes aspectos que provocam as correrias nos centros comerciais? Temo que não. De facto o que impulsiona, e paira no pensamento, são os presentes. Os presentes de Natal. Começa-se a pensar que tem que se comprar os presentes para esta ou aquela pessoa. Começa-se a pensar no que aquela pessoa precisa, ou quer. Surgem as listas de Natal.
Não há criança nenhuma que não tenha uma lista de presentes que quer. Até nós adultos temos várias coisas que gostaríamos de receber, é a nossa lista mental.
E que será a minha lista? Muito sinceramente, não sei.
Desde há uns anos para cá que me surge sempre a mesma situação. É perguntarem-me o que quero para o Natal, ao que eu respondo, "Não sei". Isto porque a pouco e pouco fui tendo o que precisava. Lembro-me de quando era ainda uma criança, a pedir este ou aquele brinquedo. À medida que avancei na idade os interesses foram sendo outros, mais virados para a informática e tecnologia. Quis um portátil, quis impressora, disco externo, pens, e outras coisas. Quis uma guitarra e acessórios. Quis telemóveis. Quis livros e CDs. Até quis uma moto e equipamento indispensável. E a verdade é que fui tendo praticamente tudo. A pouco e pouco e ao longo dos anos fui recebendo as coisas, algumas vezes por mas darem, outras vezes fui eu que comprei e ainda noutras, como por ex a moto, trabalhei para a comprar.
E é por ter estas coisas todas que no Natal ou nos Aniversários é difícil pedir alguma coisa.
Eu podia pedir muitas outras coisas, mas eu próprio consideraria essas coisas como caprichos, pura e simplesmente. Como ex, gostava de ter uma guitarra eléctrica, em complemento da clássica que já tenho. Mas necessito? Não. Portanto seria um capricho!! Podia ter outro disco externo com mais capacidade. Mas necessito? Não. Capricho!! Podia pedir ou comprar outro telemóvel. Mas o meu ainda está bom. Seria um capricho.
Por tudo isto, como poderei eu fazer uma lista, ainda que mental? Seria uma lista de caprichos.
Assim, mais uma vez, este ano não vou pedir nada, e vou receber os habituais bombons, e alguns euros acompanhados de frases como "Compra o que gostares, o que precisares". E para onde irá o dinheiro? Certamente guardado, para mais tarde.
Mas para quem conseguir formular a tal lista de Natal, que o faça. Pode-se sempre pedir, o Não é garantido, mas vamos tentar o Sim. E para os mais novos, nada melhor do que ansiar e prever o que estará no embrulho debaixo da árvore.
Boas listas, e boas festas...

Publicada por Unknown à(s) 22:42

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Resumo

Esta é uma forma de tentar de algum modo justificar a minha ausência. A verdade é que não tem havido muita oportunidade de me sentar e deixar fluir o que me vai na mente. Provavelmente seriam assuntos que não me deixam muito contente ou realizado.
Mas aqui vai uma abordagem sucinta:
Desde a minha última vinda aqui já me aconteceram várias coisas. Entre elas uma mudança de empresa para a qual trabalho, umas férias na Madeira, a compra de um apartamento, e muitas mais coisas.
Em breve irei dissertar sobre alguns destes assuntos.

Vou tentar manter-me mais presente nesta minha criação...

Publicada por Unknown à(s) 22:44

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Desaparecido

Foram largos os meses em que estive ausente do meu próprio Blog. Atitude que eu próprio censuro, começar uma criação e não a manter. Não que eu tivesse querido ausentar-me, mas as circunstâncias assim o exigiram.

Pois bem, voltei, estou vivo. E quero novamente opinar, escrever, dar a conhecer as minhas opiniões, provavelmente indo de encontro às opiniões de outros, ou simplesmente contra.

Mas não é disto que vive um Blog?

Eu quero ressuscitar o meu...

Publicada por Unknown à(s) 23:39

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